sábado, 7 de maio de 2011

Energia Elétrica sem Fio: Wireless

Você não leu errado, não estamos falando de redes wireless, estamos falando de energia wireless, energia elétrica transmitida sem fio, diretamente para o dispositivo e de forma segura.
É o que promete a Powercast, uma pequena empresa Americana que está com um produto interessante para equipamentos à pilhas e pequenas bateriais. A própria Powercast foi criada em torno da tecnologia, é esta a sua especialidade.
A Powercast criou um pequeno transmissor que envia baixas voltagens de energia pelo ar, a partir de uma tomada, usando ondas de radio, de forma segura para nós humanos.
As ondas de rádio mudam a freqüência quando encontram paredes ou objetos. Pequenos receptores que estão no equipamento, os Powerhavesters (vide figura abaixo), que pode ser um MP3 player ou um celular, “ouvem” a freqüência e capturam 70% da energia do sinal de rádio. Esta freqüência é convertida em eletricidade.
As possibilidades são ilimitadas, imagine se juntarmos com os LEDs….


Postado por Thiago Rebustini
Postado por Thiago Rebustini

Eletricidade wireless

Parece coisa de ficção científica, mas já é realidade e, por incrível que pareça, não é tanta novidade assim. A transmissão de energia elétrica pelo ar (e, portanto, sem fios) já era assunto amplamente pesquisado por Nikola Tesla a partir do final do século 19 e início do século 20. Seu trabalho foi pioneiro, tanto que o efeito de transmissão de energia elétrica por indução (uma das possibilidades) é chamado de “Efeito Tesla”. O MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos EUA) tem chamado esta tecnologia de “WiTricity”.
Neste ano, durante a CES 2009, a famosa feira “Consumer Electronics Show” que acontece em Las Vegas, uma das maiores estrelas foi o sistema apresentado pela empresa Powerbeam. Porém, o sistema dessa empresa trabalha sobre a tecnologia ótica, transformando eletricidade em luz e vice-versa.
Outras empresas já têm produtos sobre o efeito Tesla, entre elas a Powercast e a eCoupled.
Ou seja, em breve poderemos eliminar boa parte dos fios elétricos nas nossas casas, reduzindo aquele emaranhado de fios e os próprios riscos de levarmos choques nas tomadas e equipamentos.

Postado por Thiago Rebustini

Eletricidade Wireless, fique por dentro desta novidade

Já imaginou sua casa totalmente sem fios? Fazendo jus ao que se chamar de mundo wireless. Pois bem, está aí! Energia elétrica pelo ar ou Eletricidade Wireless. Usando campos magnéticos em perfeita ressonância, a energia elétrica pode ser fornecida a partir de uma unidade fixada na parede para qualquer dispositivo elétrico da sua sala.
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A idéia é antiga. Cientistas pesquisam há cerca de 200 anos uma forma de transmitir energia elétrica sem utilizar fios. Mas, até então, ninguém chegou ao alcance de aparelhos eletrônicos de médio porte. Nos últimos anos, pelo menos, três empresas têm submetido protótipos de dispositivos para energia sem fio, embora com grandes limitações. Em 2007, uma equipe formada por Marin Soljacic, Aristeidis Karalis e John Joannopoulos do Massachusetts Institute of Technology (MIT) delineou um sistema relativamente simples (para os físicos!) que poderia fornecer energia aos equipamentos aproveitando-se das propriedades de ressonância.
Logo, o segredo da eletricidade wireless está na ressonância. Sim, aquela, exemplificada na taça de champanhe que quebra quando cantor lírico atinge uma nota exatamente igual à freqüência da taça. Fazendo assim, com que a taça através da ressonância “absorva” a frequência, logo a “energia” da voz e se quebre. Seguindo a idéia, a equipe de cientistas MIT usou indução magnética com duas bobinas de cobre (ressonadores eletromagnéticos) com ressonância através de elementos de mesma frequência. Logo, identificaram um ponto no qual os dois ressonadores ficam fortemente acoplados mesmo quando estão a uma distância significativa. Assim, conseguiram alimentar uma lâmpada de 60 watts de uma fonte de energia a mais de 2m. A equipe chamou sua invenção de WiTricity, abreviação de “Wireless Eletricity”.

Os passos em direção a um mundo sem fio

Nikola Tesla:


Por volta do século 19, o físico Nikola Tesla visualizou um futuro em que a energia seria distribuída por estações através feixes elétricos diretamente digiridos para casas e empresas. Ele construiu uma torre de 20 andares transmissão em Long Island, com o objetivo de demonstrar essa proeza, mas se nunca tornou operacional.

Fulton Innovation’s eCoupled:


Como o MIT, a eCoupled usa bobinas emparelhadas para transmitir energia, embora com pouca distância. Há um ano, a eCoupled desenvolve dispositivos preparados com dispositivos de eletricidade sem fio dentro deles, tais como: telefones, PDAs, MP3 players, câmeras e carregadores de laptop. A empresa está agora trabalhando com a Motorola e a Herman Miller para desenvolver equipamentos elétricos para escritório.

Powercast:


No final de 2007, a Powercast, uma companhia da Pensilvânia (EUA), deu um passo comercial anunciando a tecnologia no mercado com baixo custo. Foram vendidos no final do ano passado alguns protótipos movidos por ondas de rádio com um transmissor escondido dentro de objetos domésticos. Porém, ainda, apresentando uma série de limitações, tal como, a capacidade de energia fornecida e a curta distância de transmissão que só poderia ser utilizada por pequenos aparelhos.

MIT Witricity:

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O MIT como já falado demonstrava com a WiTricity, no meio do ano passado, que poderia acender uma lâmpada incandescente com uma razoável distância das bobinas elétricas. “Electricidade [já] está nas nossas paredes”, diz Karalis. “Nós apenas queremos trazê-la de lá para o centro das nossas salas sem fios.” A universidade está em diálogo com empresas interessadas em comercializar a tecnologia.
A solução do MIT é baseada na ressonância associada a ondas eletromagnéticas, com uso de objetos ressonantes acoplados. Notavelmente, eles investigaram uma categoria especial de objetos não-radioativos com longa duração de ressonância que não espalham a energia de ondas rádio ou infravermelho. Quando a energia é aplicada a esses objetos, ele absorve e permanece ligado, o que permite em teoria, assim como uma simples antena de cobre, uma longa vida com ressonância para transferir energia.

Uma série de perguntas foram feitas aos pesquisadores do MIT sobre a tecnologia. Seguem abaixo as mais interessantes.

O que o WiTricity nos trará de bom?
A WiTricity poderá eliminar esse ninho de fios debaixo de sua mesa. Você deixará de lado aquelas gambiarras que a qualquer momento irão gerar um curto-circuito. E sua casa iria manter seus equipamentos constantemente ligados.

Pode se transmitir energia de uma única bobina para vários dispositivos?
Teoricamente, sim.

As pilhas irão ficar obsoletas?
Não. Itens como laptops, que nós usamos fechados podem não exigir baterias. Mas, aparelhos como câmeras que usamos em viagem ainda precisam delas.

E se o meu cachorro dormir entre a parede e a bobina do meu computador?
“A linha de visão não é necessária”, diz o doutorando da MIT, Aristeidis Karalis, que fez muitos dos cálculos e previsões para o sistema. Mas, devido à eficiência da transferência diminuir com a distância, cada sala terá sua própria distribuição de bobinas.

Mas isso pode dar câncer?
Organismos biológicos interagem tão fracamente com campos magnéticos, a MIT e a equipe acredita que a segurança não será uma preocupação. Ainda assim, serão necessários mais experimentos.

A NASA está desenvolvendo um elevador espacial utilizando uma forma de alternativa de transmissão de energia com uso de raio laser. Mas, essa não seria, nem de longe, uma boa opção para o uso comercial, senão iríamos ver casas incineradas todos os dias.

Postado por Thiago Rebustini

terça-feira, 3 de maio de 2011

História da rede sem fio

A história das redes sem fio e de rede sem fio vai de mãos dadas. Sem a descoberta de tecnologias como o rádio, a tecnologia sem fio não existiria nos dias de hoje. A história da rede sem fio vai tão longe para trás como o de 1800 com o advento das ondas de rádio. O advento de tecnologias mais cresceu ao longo dos anos e se expandiu para o que nós nos comunicamos com hoje.
Em 1888, em Hamburgo, Alemanha físico nascido chamado Heinrich Rudolf Herz produziu sua primeira onda de rádio. Em 1894 esta produção de ondas de rádio se tornou uma forma de comunicação. Fios telegráficos foram utilizados para receber as ondas de rádio em forma de sinal. Herz abriu o caminho para o rádio, televisão e radar com a descoberta das ondas eletromagnéticas. Um inventor italiano chamado Guglielmo Marconi Marchese, em seguida, ampliou o raio de ondas de rádio para o envio de duas milhas, tornando-se o “pai do rádio.” Até 1899, essa forma de telecomunicações poderia viajar muito longe de seu tempo. Marconi conseguiu enviar um sinal de 9 milhas através do Canal de Bristol. Ele eventualmente ampliou o raio de 31 milhas através do Canal Inglês para a França. Em 1901 a área de comunicação tornou-se imenso. Marconi conseguiu enviar sinais através do Oceano Atlântico.
Segunda Guerra Mundial, tornou-se uma pedra grande para o passo da onda de rádio. Os Estados Unidos foram o primeiro país a usar ondas de rádio para transmissão de dados durante a guerra. Este uso de ondas de rádio, muito possivelmente poderia ter ganho a guerra para os americanos. O uso de ondas de rádio levam comunicação de dados a muita especulação sobre se os sinais de rádio pode ser expandido em algo maior do que atualmente era. Em 1971, um grupo de pesquisadores sob a liderança de Norman Abramson, da Universidade do Havaí, criou o pacote “primeiro-switched” rede de comunicação de rádio intitulado “ALOHAnet”. ALOHAnet foi a primeira rede de área local sem fio, também conhecida como WLAN . A WLAN da primeira não era muito, mas foi uma grande descoberta. A WLAN ALOHAnet era composta de sete computadores que comunicada à outra parte. Em 1972, ALOHAnet conectados com o sistema WLAN Arpanet no continente. Este comprimento de contato foi inovador no setor das telecomunicações entre os computadores.
O primeiro tipo de tecnologia WLAN usava uma interface em que se tornou mais lotada para a comunicação. Pequenos aparelhos e máquinas industriais causaram interferência e a tecnologia teve de ser atualizado. O segundo tipo de tecnologia WLAN para ser liberado acabou sendo quatro vezes mais rápido que seu antecessor em 2Mbps por segundo. Usamos o terceiro formato de WLAN hoje, embora o nosso sistema atual de WLAN é executado na mesma velocidade que o segundo sistema liberado.
Em 1990, a 802,11 Grupo de Trabalho foi criado para trabalhar no sentido de uma norma sem fios para todos os computadores para se comunicar. Em 1997, o IEEE 802.11 foi aceito como o formato padrão de comunicação de dados para redes locais sem fio. A tecnologia continua a crescer hoje. Os governos e as grandes corporações estão constantemente olhando para o mais recente e mais rápido padrão para trabalhar.
A expansão da rede sem fio irá provavelmente continuar durante as próximas décadas.

Postado por Bruno Amorim

sexta-feira, 29 de abril de 2011

HAARP – Arma climática de produzir Terremotos e Furacões

Futuro da comunicação ou arma de destruição em massa? Saiba o que envolve um dos projetos mais polêmicos do governo americano.
Em 1993, começou a funcionar no Alasca (Estados Unidos) o HAARP, um projeto de estudos sobre a ionosfera terrestre. O HAARP, que significa “Programa de Investigação de Aurora Ativa de Alta Frequência”, visa a compreender melhor o funcionamento das transmissões de ondas de rádio na faixa da ionosfera, parte superior da atmosfera.
Segundo relatos oficiais, o projeto tem como objetivo principal ampliar o conhecimento obtido até hoje, sobre as propriedades físicas e elétricas da ionosfera terrestre. Com isso, seria possível melhorar o funcionamento de vários sistemas de comunicação e navegação, tanto civis quanto militares (o que gera desconfiança em grande parte dos conhecedores do HAARP).
Para realizar estes estudos, as antenas de alta frequência do HAARP enviam ondas para a ionosfera visando a aquecê-la. Assim são estudados os efeitos das mais diversas interações de temperaturas e condições de pressão.


Fonte da imagem: HAARP

Reflexão ionosférica
Há frequências de ondas que são, quase, completamente refletidas pela ionosfera quando aquecida pelas antenas HAARP. Os pesquisadores do HAARP pretendem provar que essa reflexão pode ser utilizada como um satélite para enviar informações entre localidades, facilitando as comunicações e também a navegação, melhorando os dispositivos GPS utilizados atualmente.
O problema é que ainda não se conhecem as reais propriedades da reflexão ionosférica. Além disso, há o fato de as propriedades da ionosfera se modificarem durante a noite, por exemplo, quando a altitude dela aumenta e as densidades ficam mais baixas. Essas variações tornam difícil uma padronização para o envio de ondas, independente do comprimento delas.

HAARP: um novo modo de estudo

Há várias formas de estudo das faixas da atmosfera terrestre. Para as camadas mais baixas, até mesmo balões podem ser utilizados para capturar dados sobre diferenças nas condições naturais. A camada de ozônio, por exemplo, é verificada com balões meteorológicos que realizam medições das taxas de radiação que ultrapassam pela atmosfera.

Fonte da imagem: HAARP
Por ficar muito mais acima, balões meteorológicos e satélites não podem ser utilizados para realizar medições e análises sobre a ionosfera. Por isso o HAARP é tão importante, já que utiliza a maneira mais eficiente de contatar o setor: antenas de emissão de ondas de frequência altíssima.
Os resultados são utilizados para entender como o sol influencia no sinal de rádio em diversas faixas de frequência. Utiliza-se também um “Aquecedor Ionosférico”, conhecido como “Instrumento de Investigação Ionosférica”, ele transmite frequências altas para modificar a ionosfera e entender os processos produzidos em sua composição.
As antenas do Instrumento de Investigação emitem sinais para altitudes entre 100 e 350 Km. Outros aparelhos do mesmo projeto são responsáveis pela recepção dos sinais, interpretando-os e permitindo a criação de relatórios sobre a dinâmica do plasma ionosférico e também sobre a interação entre o planeta e o sol.

Aquecendo a ionosfera: riscos?

O HAARP não é o único aquecedor ionosférico do planeta. Há também um localizado na Noruega e outro na Rússia. Todos eles realizam o mesmo processo: utilizam antenas de alta frequência para aquecer a ionosfera e criar uma aurora artificial.


Essa aurora artificial é muito aquecida, o que pode gerar elevação nas temperaturas em determinadas localidades do planeta. Em uma espécie de efeito estufa ionosférico, locais abaixo da ionosfera atingida pelas antenas do HAARP podem ter suas temperaturas elevadas em alguns graus centígrados.

O outro lado da moeda: as conspirações
 Assim como boa parte de tudo o que é produzido sob tutela de alguma das forças armadas  norte-americanas, o HAARP também gera uma série de desconfianças por parte das mentes mais conspiratórias. Ameaça global ou apenas melhorias nas tecnologias de comunicação?

Arma geofísica: a denúncia russa
E nem todas estas teorias surgem de movimentos independentes. A prova disso aconteceu em 2002, quando o parlamento russo apresentou ao então presidente Vladimir Putin documentos que afirmavam veementemente que os Estados Unidos estariam produzindo um novo aparelho, capaz de interferir em todo o planeta, a partir de pontos isolados.

O relatório dizia que o HAARP seria uma nova transição na indústria bélica, que já passou pelas fases de armas brancas, armas de fogo, armas nucleareas, armas biológicas e chegaria então ao patamar de armas geofísicas. Segundo estas teorias, seria possível controlar placas tectônicas, temperatura atmosférica e até mesmo o nível de radiação que passa pela camada de ozônio.
Todas estas possibilidades podem gerar uma série de problemas para as populações atingidas. Atingindo países inteiros, desastres naturais podem minar economias, dizimar concentrações populacionais e gerar instabilidade e insegurança em toda a Terra.

Terremoto no Haiti
Quais seriam os efeitos dos controles de frequência sobre as placas tectônicas? Segundo a imprensa venezuelana a resposta é: terremoto. O jornal “Vive” afirma que teve acesso a documentos que comprovam a utilização do HAARP para manipular a geofísica caribenha e ocasionar os terremotos do Haiti, que causaram a morte de mais de 100 mil pessoas.

Caso esteja se perguntando os motivos para a escolha de um país tão pobre, as teorias conspiratórias também possuem a resposta para esta pergunta. Os Estados Unidos precisavam de um local para testar o potencial de sua nova arma. Os testes oceânicos não davam informações suficientes e atacar os inimigos no oriente médio seria suicídio comercial.
Afinal de contas, terremotos poderiam destruir poços de petróleo muito valiosos. Assim, o governo norte-americano viu no Haiti, um país já devastado, o perfeito alvo para seus testes. Sem potencial econômico e sem possuir desavenças com outros países, dificilmente haveria uma crise diplomática com a destruição do Haiti.

Bloqueio Militar

Outra teoria bastante defendida diz que os Estados Unidos poderiam causar um completo bloqueio militar a todas as outras nações do mundo. Causando interferências nas ondas habituais, impedindo que qualquer frequência seja refletida pela atmosfera e até mesmo que dispositivos de localização possam ser utilizados.
Para isso, a defesa norte-americana só precisaria aquecer a ionosfera com seus aquecedores HAARP. Com a potencia correta, todo o planeta ficaria em uma completa escuridão geográfica. Então, apenas quem possui o controle do aquecedor ionosférico poderia ter acesso aos dados de localização e navegação de seus veículos militares.

Postado por Wesley de Freitas

sábado, 16 de abril de 2011

Energia elétrica via Wireless (disiminador da cultura, ministerio da educação e ver como estão a empregabilidade do setor)

Recentemente a Intel introduziu a Wireless Power. Não existe um cabo que transporta a corrente. Tudo sendo transmitido pelo ar.
Esta vai ser o próximo grande feito em energia elétrica. Deixe-me voltar a essa frase. Será a maior mudança evolutiva para a sua alimentação diária de energia.
Este ano o desenvolvedor do fórum anual em San Francisco, Califórnia, diretor de tecnologia da Intel Justin Rattner, demonstrou o Wireless Electric Power System.
O demo mostrou electricidade serem transferidos através do ar completamente sem fio para acender uma lâmpada 60Watt. A demonstração foi perfeita com a quaisquer soluços.
Isto também mostrou que o a energia pode ser transmitida pelo ar sem causar danos a outros aparelhos ou a pessoas.

Como funciona?
De acordo com uma das pesquisas da Intel, Josh Smith - "O truque da energia sem fio é que você não pode fazê-lo; é que você pode fazê-lo de forma segura e eficiente?
"Acontece que o corpo humano não é afetado pelos campos magnéticos, que é afetada por campos elétricos. Então o que estamos fazendo é transmitir energia através do campo magnético que não o campo elétrico."
De acordo com Mr. Smith, Os transmissores podem ser anexados ou embutido no computador, tais como componentes de visualização, e de outros elementos que lhes permitam difundir energia de dispositivos perto deles.
Exemplos incluem o seu telefone celular em sua mesa ou que PDA ou iPhone no bolso, etc obter energia a partir de unidades de recarregamento perto de seus aparelhos.
No futuro você vai ver estes sistemas sejam instalados nos aeroportos, metrôs, e os locais onde a maioria das pessoas se reúnem.
Embora ele se pareça estável e pronta para o mercado consumidor, a Intel disse que o sistema Wireless de energia ainda está nas fases iniciais do desenvolvimento para que eles ainda têm de correr mais profundos testes para se certificar que tudo esteja em perfeitas condições de funcionamento sem quaisquer efeitos secundários.
Traduzido de:
http://www.projectwebdesign.com

Postado por Thiago Teixeira Rebustini